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Detector de prenhez para equinos melhora exatidão no resultado

04/06/2017 | Por

As tecnologias voltadas para o diagnóstico e acompanhamento da gestação de equinos vêm sendo desenvolvidas nos últimos anos, contribuindo para atuação dos profissionais da medicina veterinária, gerando informações cada vez mais precisas.

A Empraba, por exemplo, contribuiu para este novo cenário ao desenvolver o Detector de Prenhez.

O aparelho é diferenciado, já que detecta com uma precisão maior que os demais, atingindo índices de acerto superiores pouco depois de 20 dias de cobertura.

O modelo deste produto desenvolvido pela entidade é baseado no efeito Doppler, que permite que a informação seja obtida por meio de ondas de ultrassom.

Estas permitem a ampliação dos batimentos cardíacos do feto, por meio de uma espécie de “rádio”, comprovando ou não a prenhez.

 Atualmente outro método de diagnóstico que é bastante utilizado é a ultrassonografia. Um método de diagnóstico preciso e não invasivo

Confira os modelos de ultrassom mais utilizados nos procedimentos. Clique aqui.

A inseminação artificial, técnica que vem sendo amplamente utilizada por criadores de equinos de todo o mundo, em virtude de suas inúmeras vantagens proporcionadas, sobretudo por conta do aprimoramento genético das características do animal, necessita ser realizada por profissionais altamente capacitados para que dê o resultado esperado.

Existem detalhes de procedimentos que, realizados fora dos padrões técnicos de qualidade, podem comprometer o projeto reprodutivo, acarretando em perdas financeiras.

Um exemplo bastante comum está na questão do armazenamento do sêmen do garanhão, chamado de criopreservação.

Nestes procedimentos o sêmen é submetido a temperaturas e procedimentos que, realizados sem os critérios corretos, podem causar o estresse e comprometer as propriedades básicas para a fecundação.

Além do cuidado com o sêmen do garanhão o profissional deve fazer um acompanhamento do equino através da ultrassonografia, um método de diagnóstico seguro e não invasivo. Confira.

Fonte: USP